Assembleia de Deus - Congregação Cidade Ademar 2 Setor 08 - Ministério do Belém

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LIÇÃO - 3 OUTRAS CLASSES DE MINISTÉRIOS

09/01/2014 11:02

INTRODUÇÃO
Além de o ministério regular da Igreja, responsável direto pela sua administração, há ainda outras classes de ministérios, levados a efeito por obreiros locais da igreja. São eles os diáconos, os professores da Escola Dominical, líderes de mocidade, líderes de círculos de oração. São aqueles irmãos que, além da adoração no culto comum, estão empenhados no trabalho do Senhor, visando o progresso do Reino de Deus na Terra.
TEXTO - 1 
Diácono
De acordo com o capítulo 6 do livro de Atos, o diaconato foi instituído como um ministério efetivo na igreja do Novo Testamento, em decorrência de uma crise surgida no atendimento as necessidades materiais das viúvas pobres que viviam sob os cuidados da igreja em Jerusalém. Para dar solução a esse problema, os apóstolos convocaram a comunidade cristã de Jerusalém, e de comum acordo decidiram escolher sete homens capazes sobre os quais pesasse essa responsabilidade, enquanto que os apóstolos se entregariam exclusivamente a oração e a pregação do Evangelho.

1. Qualidades do Candidato ao Diaconato
O versículo 3 do capítulo 6 de Atos registra três requisitos indispensáveis a serem satisfeitos por aqueles que fossem indicados para o diaconato; requisitos indispensáveis ainda hoje, àqueles que são indicados para este ofício ministerial. Estes requisitos são:

A - Ter boa reputação – Deveria possuir um nível de moralidade acima de qualquer suspeita, devendo sobre tudo ser conhecidos como homens de acentuado interesse humanitário. Precisavam ser conhecidos de outras pessoas, de testemunho e caráter irrepreensíveis.

B - Ser cheio do Espírito Santo – Deveriam ter participado da experiência pentecostal do batismo com o Espírito Santo. Precisavam ser homens espirituais, dotados de habilidades comuns a um autêntico servo de Deus. A respeito de Estevão, um dos setes escolhidos como diáconos, Lucas diz que ele era “homem cheio de fé e do Espírito Santo”, e que ele “cheio de graça e poder, fazia prodígios e grandes sinais entre o povo” (At 6:5,8).

C - Ser cheio de sabedoria – Certamente que estes requisitos era resultados direto do poder do Espírito Santo na vida deles. Só estando dotados da sabedoria divina para serem capazes de rejeitar as murmurações, as fraudes, a calúnia, e a traição, as quais está sujeito todo o autêntico servo de Deus.


2. O Diácono na igreja atual
As qualidades já mostradas, necessárias aqueles que ainda hoje são escolhidos como diáconos, somaríamos ainda aquelas que são requeridas pelo apóstolo Paulo, aqueles que eram escolhidos para exercer este ofício nos seus dias. De acordo com o que escreve Paulo em (1Tm 3: 8-12), do candidato ao diaconato requer-se acima de tudo que ele seja:
Responsável
Sincero
Não inclinado à bebida forte
Não cobiçoso de sórdida ganância
Conservador do ministério da fé
Portador de uma consciência limpa
Experiente
Irrepreensível
Marido de uma só mulher
Que governe bem seus filhos
Que governe bem a sua própria casa.

Não obstante, o fato do diácono da igreja local exercer funções até certo ponto diferentes das funções que exerciam os diáconos do Novo Testamento, isto não quer dizer que eles sejam inferiores ao diácono da Igreja Primitiva. Tinha inicialmente o seu ministério direcionado à área da assistência social aos crentes carentes. Além disto, o livro de atos parece sugerir que a função do diácono não estava apenas relacionada ao serviço material da igreja, podendo eles militar em outras áreas do ministério. 

TEXTO - 2 
Líderes de Mocidade
1. A escolha de líderes
Levando em consideração esse potencial que a juventude representa para a igreja, muitos pastores têm permitido que ela tenha seu próprio líder, no caso, um jovem capacitado, ou um obreiro com funções junto ao ministério. Ideal seria que fosse uma pessoa que gozasse da inteira confiança do pastor e que tenha livre curso entre os jovens.
Esse líder não é um mini-pastor, nem alguém que governe sobre a mocidade, independente do pastor, não. Por ser ele um elemento que goza da confiança do pastor, é tido como seu representante, e a sua autoridade sobre a mocidade depende do que lhe for delegado pelo pastor da igreja. Mesmo porque a mocidade não constitui uma igreja dentro da outra. A mocidade é parte inseparável da igreja como um todo, e só ao pastor foi dada a posição de liderança sobre ela. O pastor é autoridade máxima da igreja e de tudo que a constitui.
Lembramos ainda que a liderança vem de Deus, é Ele quem levanta e capacita o líder.

2. O que faz o líder de mocidade
A experiência diz que quando o pastor não fornece delega para a mocidade, esta acaba dando trabalho ao pastor. Então se chegou a conclusão que uma forma de manter mocidade sempre pensando nas coisas do céu, é mantê-la sempre ocupada com as coisas do céu. É aí que entra a figura do líder de mocidade que por possuir grande afinidade com ela, se constitui num elo de ligação entre a mocidade e o pastor, levando a este os desejos e anseios da mocidade. Isto não significa em absoluto que o pastor seja um elemento inacessível. Neste caso o líder de mocidade deve se colocar na posição de um obreiro de confiança, a fazer em nome do pastor aquilo que o mesmo gostaria que fosse feito, mas que está impedido em decorrência das suas muitas ocupações em outras áreas igualmente importantes. Para isto requer-se que esse líder mostre as seguintes qualidades:

A - Respeito pelo seu pastor – O líder de mocidade deve ter sempre em mente que a sua autoridade é derivada de uma concessão feita pelo pastor, por isso deve agir de modo a nunca decepcionar o seu pastor. Respeito aqui envolve obediência.

B - Acato as decisões ministeriais – Ao ministério ordinário da igreja é dado autoridade de deliberar sobre aquilo que lhe diz respeito; assim é natural que muitos assuntos envolvendo a mocidade serão tratados e decisões tomadas através do ministério. Compete, ao líder de mocidade acatá-las, contribuindo para que as mesmas sejam observadas. 

C - Liderar com modéstia – “Modéstia” aqui é não-arrogância, humildade, e simplicidade. A vaidade e a exaltação têm sido causa de destruição de muitos daqueles que governam sobre muitos ou sobre poucos. Portanto, o líder de mocidade não deve agir como se não tivesse a quem prestar contas. Que dê exemplo de piedade, fé e inteira dependência de Deus.

D - Moralmente irrepreensível – O líder de mocidade deve evitar a usar influência junto à juventude com propósitos nocivos e impuros, principalmente no trato com as jovens. Deve ter cuidado para não se deixar levar pela imoralidade que sempre termina em escândalo e tragédia. Deve trata-las como irmãs, zelando pela integridade moral e espiritual das mesmas (1 Tm 5:2). 

E - Amar os mais velhos – Deve contribuir para que sejam derrubados possíveis maus costumes que surgem impedindo um sadio relacionamento entre jovens e velhos, como se os jovens nada tivessem a aprender dos mais velhos.

TEXTO - 3 
Líderes de Círculo de oração
Nos dias hodiernos em que a maioria dos membros das nossas igrejas é composta de mulheres, tem-se aberto um vasto campo de atividades para elas. Por isso elas hoje são encontradas nas mais variadas atividades no seio da igreja, seja servindo como secretárias de departamentos, professoras da Escola Dominical, coristas, cantoras, escritoras, poetisas, e até como pregadoras. Mas, para efeito de estudo queremos abordar com mais detalhes a respeito da líder do círculo de oração, em geral uma irmã que goza da confiança do pastor e que por ele é escolhida para assumir esse cargo. 

1. O propósito do círculo de oração 
O principal propósito do Círculo de oração é manter uma unidade espiritual de intercessão, clamor e louvor dentro da igreja. Através da oração, o trono da graça é alcançado e muitas bênçãos são derramadas. É a oração que mantém viva a chama do fogo pentecostal dentro da igreja. A oração, aliada ao conhecimento da Palavra, produz um crescimento profundo, e dentro dos moldes bíblicos. 

2. Escolha de líderes do círculo de oração 
A escolha das líderes do Círculo de oração deve ser criteriosa e sob oração. Esta função é de muita responsabilidade dentro da igreja. Líderes que não possuem a idoneidade necessária para ocupar tal cargo têm causado até mesmo divisão no meio da igreja. Aquela que é escolhida como líder do Círculo de oração é indispensável:

A. Que seja batizada com o Espírito Santo, e membro da igreja.
B. Que tenha convicção daquilo em que crê, baseado em conhecimentos bíblicos; 
C. Que tenha amor, e sede do conhecimento da Palavra de Deus;
D. Que seja humilde diante de Deus, e diante dos homens;
E. Que não seja precipitada impedindo assim a operação de Deus;
F. Que tenha discernimento.

3. Qualidades necessárias a uma Líder do Círculo de Oração
Para exercer bem tão digna atividade, a líder do Círculo de oração deve ser exemplo do que é sugerido a seguir:
A – Exemplo na Piedade – Só através da piedade é que a líder do Círculo de oração conseguirá manter-se serena em meio as lutas que suas funções lhe impõem. Parece caber aqui o conselho do Apóstolo Paulo: (Tt 2:3,4). Através desta virtude, a líder do Círculo de oração estará apta a influir em benefício daquelas irmãs que lhe procuram em busca de ajuda.

B – Exemplo na Oração – Nesse caso a líder do Círculo de oração deve ser exemplo em tudo. Mas, quando ela é exemplo na oração ela levará as demais irmãs membros do círculo de oração a orar com fé, reverência, e temor, seja dando graças por benefícios recebidos, seja intercedendo em favor de alguém.

C – Exemplo no Conhecimento – A responsabilidade de uma líder do Círculo de oração vai muita além das responsabilidades comuns as demais irmãs que compõem o círculo de oração; por isso torna-se necessário que ela esteja dotada de conhecimento para ajudar na solução dos mais variados problemas que lhe são trazidos pelas suas companheiras de oração. Para tanto torna-se imprescindível que ela goze duma ininterrupta intimidade com a Bíblia e se possível com outros tipos de sadia literatura evangélica.

D – Exemplo na Obediência – Por sua função ser uma concessão emanada da autoridade do pastor da igreja, a líder do Círculo de oração tem que se manter serva tanto de Deus quanto do seu pastor e demais companheiras na oração. Deve cumprir as decisões que o ministério porventura venha tomar com respeito as atividades do círculo de oração.

E – Evitar as Heresias – Considerando que as líderes do Círculo de Oração estão sempre à frente de trabalhos importantes e até de grande porte, nos quais essas irmãs são representantes do pastor, é dever promover meios para a preservação ortodoxa na liturgia dos cultos e reuniões que se realizam, evitando sempre o misticismo que de certa forma é introduzido com sutileza advindo dos movimentos neopentecostais, que em nada está compatível com as Sagradas Escrituras. Outras fontes introdutoras desses maus costumes nessas reuniões são: pregadores inescrupulosos, que sem o menor preparo são convidados para ministrar preleção, cânticos e até mesmo oração pelos enfermos. Esses sempre vêm com as mais diversas formas de heresias.

TEXTO - 4 
O Superintendente e ou dirigente da EBD
A palavra superintendente é originária do latim, e significa aquele que superintende. Ou seja: Aquele que dirige na qualidade de chefe, que inspeciona e supervisiona. Como sinônimos de superintendente, podemos listar também estes substantivos: administrador, dirigente, inspetor e intendente. No caso específico da Escola Dominical, faríamos bem em declinar um outro sinônimo: diretor. Por enquanto, basta-nos assenhorear-nos das implicações que acarreta essa palavra.
O Dirigente da Escola Dominical, por conseguinte, é o obreiro encarregado de administrar, inspecionar e dirigir o principal departamento da igreja. É a sua função básica manter a Escola Dominical funcionando perfeitamente para que esta venha a alcançar todos os seus objetivos.

1 - As qualificações do superintendente e ou dirigente
A- Autêntica conversão a Cristo
Seria desnecessário reprisar aqui ser a conversão imprescindível para o superintendente de Escola Dominical. Infelizmente, não são poucos os que se dizem operários do Senhor, mas ainda não tiveram uma real experiência com a sua obra redentora.
Requer-se, pois, tenha o superintendente de Escola Dominical uma autêntica experiência de salvação. Afinal, terá ele de dirigir uma agência, cujo principal objetivo é justamente propagar a Cristo como Salvador do mundo. Por isso, tem de ser ele plenamente convertido.
A conversão, portanto, é a mudança que Deus opera na vida do que aceita a Cristo como o seu Salvador pessoal, modificando-lhe inteiramente a maneira de ser, pensar e agir.

B- Bom testemunho
A principal evidência da conversão é a qualidade da vida espiritual, moral e social que o pecador passa a ter logo após haver recebido a Cristo como Salvador. Quem já aceitou a Cristo, deve andar como Cristo andou (1Jo 2:6). A isto chamamos bom testemunho. É a forma como o novo crente porta-se diante do mundo, da Igreja e do próprio Deus.
Biblicamente, o bom testemunho é sinônimo de novidade de vida. Eis o que escreveu o apóstolo: “Fomos, pois, sepultados com ele pelo batismo na morte, para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida” (Rm 6:4).

C- Amor a Palavra de Deus
O Saudoso missionário Eurico Bergstén exortava continuamente os obreiros a nutrir um amor sempre renovado pela Palavra de Deus. Somente assim, lembrava ele, poderá o homem de Deus cumprir perfeitamente a tarefa que lhe confiou o Senhor Jesus.
Amar a Palavra de Deus! Deve esta ser uma das principais características do Superintendente da Escola Dominical. Porque estará ele a dirigir um educandário que tem como livro de texto justamente a Bíblia Sagrada. Se não amar o Livro dos livros, como induzirão os professores, os alunos a andarem de conformidade com os preceitos dos profetas e dos apóstolos de Nosso Senhor?
Amar a Palavra de Deus requer que nos mantenhamos em permanente contato com ela. Lendo-a todos os dias; estudando-a sistemática e devocionalmente. Ensinando-a a tempo e a fora de tempo. De quem a ensina, demanda-se uma singular intimidade com os seus preceitos e doutrinas. Cantava a salmista Davi: Oh! Quanto amo a tua lei; é a minha meditação todo o dia (Sl 119:97).

D- Vida devocional
Além da leitura bíblica diária, devocional e sistemática, deverá o Superintendente da Escola Dominical manter uma vida de oração, e exercícios espirituais regulares. Terá que ser um homem em tudo piedoso, e santo. Você está preparado a reconsagrar totalmente a sua vida, a partir de agora, em prol do Rei Jesus?

E- Correta concepção do Reino de Deus
Como o superintendente da Escola Dominical estará atuando no âmbito eclesiástico, terá ele de orar como o Senhor Jesus ensinou aos seus discípulos: “Venha o teu Reino”. Se assim não orarmos, certamente estaremos a formar nossos reinos particulares. E, ao invés de sermos considerados filhos do Rei, ver-nos-á a Igreja como aqueles cruéis régulos da Canaã pré-israelita.
Deus o chamou para um trabalho específico dentro do Reino. Não faça da Escola Dominical um feudo; não a transforme numa possessão. Não utilize o cargo para fazer oposição ao seu pastor.

F- Dedicação ao estudo
Além do amor que deve ter o superintendente pela Palavra de Deus, haverá ele de demonstrar muita dedicação ao estudo. No entanto, volto a frisar: o seu interesse supremo tem de estar centrado nas Sagradas Escrituras. Se não as ler cotidianamente, se não as estudar de maneira regular e sistemática, não poderá jamais assumir semelhante cargo; a Escola Dominical outra coisa não é senão uma escola que se dedica ao estudo da Palavra de Deus.

TEXTO - 5 
Professores da Escola Dominical

A Escola Dominical é sem dúvida alguma a maior e mais antiga escola popular de instrução teológica e doutrinaria da Igreja nos tempos modernos. A sua influência tem sido de inestimável valor na preparação dos mais variados tipos de obreiros para a causa de Cristo. Até onde sabemos, não existe nenhum obreiro bem sucedido que antes não tenha sido aluno da Escola Dominical. Seria uma incoerência falarmos da importância da Escola Dominical excetuando a pessoa do professor, peça principal da potente máquina desta mesma Escola. O seu valor excede a todo o sistema logístico da Escola Dominical. Por isso esperamos que não só o ministério da Igreja reconheça o valor que tem o professor da Escola Dominical, mas que o próprio professor considere isto, procurando viver e agir no sentido de não desapontar a Deus e à Igreja que lhe confiou tão digno ofício. Do professor da Escola Dominical que deseja sucesso no desempenho do seu ministério, requer-se o seguinte:

A- Estudar a sua Bíblia
A Bíblia deve ser a fonte de inspiração do professor da Escola Dominical, pois só aquele que com ela tem intimidade é que possui subsídios suficientes as necessidades dos seus alunos. É impossível que alguém seja ignorante quando conhece a Bíblia, como é impossível que alguém seja sábio ignorando-a. O professor pode não ser dotado de refinada cultura secular, porém, se conhece a sua Bíblia, pode estar certo de que terá a atenção dos seus alunos.
Só quando o professor tem familiaridade com o livro de Deus é que poderá inspirar a seus alunos a busca-lo, lê-lo e a obedece-lo.

B- Preparar a Sua Lição
O Professor diligente deve preparar a sua aula da Escola Dominical não no sábado mas durante toda a semana que antecede o domingo em que vai ensinar. Só um professor negligente é que deixa para se preparar momentos antes da aula, ou não se prepara de forma alguma. Esse tipo de professor deve ter sempre em mente as palavras do profeta Jeremias: “Maldito aquele fizer a obra do Senhor relaxadamente” (Jr 48:10).
O Professor da Escola Dominical deve preparar a sua aula em espírito de oração, estudo e meditação. Além do conhecimento sobre o comportamento humano. Deve ser bom observador, de sorte que possa tirar de fatos reais da vida, exemplo a serem aplicados nas aulas.

C- Amar a Seus Alunos
A maior virtude que o professor da escola Dominical pode mostrar no ensino é o amor a seus alunos. O professor deve agir de sorte que demonstre sempre este amor e interesse por seus alunos. É o que a escola secular não faz. Ali o professor dá aula mas não se preocupa com o aluno.
É interessante que o professor conheça os nomes dos seus alunos, pelo quais deve chamar sempre que necessário. Isto mostrará que o professor está tratando com aluno não como um grupo, mas como um indivíduo pelo qual nutre interesse especial.

D- Visitar a seus alunos
A função do professor da escola dominical junto a seus alunos vai além da suas atividades na sala de aula. por isso o professor diligente há de achar sempre algum tempo para visitar aquele aluno que por razões que o professor ignora, não tem vindo a escola dominical.
Como são vários os motivos que impedem um aluno deixar de vir a escola dominical, o professor deve estar preparando para que ao visita – lo procure dar a resposta correta, ajudando na solução maior fraternidade entre o professor e seu aluno. o aluno vai descobrir quão importante é, e que alguém muito importante se importa com ele.

E- Ser exemplo dos seus alunos
Há na nossa língua uma palavra de grande significado, mas que é pouco usada. Esta palavra é discipulador, ou aquele que faz discípulos. O discipulador é alguém que se constitui padrão para aqueles a quem ensina.
É na qualidade de discipulador que o professor da Escola Dominical procura imprimir suas marcas espirituais e morais, na vida dos seus alunos. Para tanto, o professor tem que viver aquilo que prega, só assim poderá ser exemplo para os seus alunos, na piedade, fé, amor, humildade e sacrifício.

 

Autores

Pastores Jorge Albertacci e Valdeir Pereira dos Santos